Diamantina foi o palco da I Conferência Kituo

A escolha de Diamantina como sede da I Conferência KITUO não foi casual. Toda a trajetória da cidade, marcada por sua herança colonial, patrimônio tombado e capacidade de preservar a memória sem perder o dinamismo urbano, fez dela o cenário ideal para receber um evento dedicado ao urbanismo e à gestão de cidades históricas.

Em 18 de julho de 2025, a Prefeitura Municipal de Diamantina e o Instituto Minas Gerais de Pesquisa, Ensino e Inovação firmaram um acordo de cooperação técnica para viabilizar a I Conferência KITUO - Equilibrando Preservação + Desenvolvimento Diretrizes para a Gestão do Patrimônio Histórico e a Promoção da Inclusão e do Desenvolvimento Sustentável.

Em outubro de 2025 o encontro se concretizou e reuniu gestores públicos, pesquisadores, arquitetos, urbanistas, lideranças comunitárias e instituições de preservação para discutir o tema Patrimônio Tombado e Sustentabilidade: Dilemas e Caminhos para o Desenvolvimento.

O acordo reforçou o caráter técnico e colaborativo do evento, garantindo infraestrutura, apoio institucional e uma programação ampla, distribuída por diferentes espaços históricos da cidade.

Da esquerda para direita: Zaqueu Astoni, Dr. Rafael Costa, Gustavo Avelar, Paulo Roberto Meireles, Alberis Vinicius, Vinicius Machado, Grasielle dos Reis, Mariane Braga, Afrânio Viana, João Miguel, Emmanuelle de Assis, Ângelo Oswaldo, Carlos Tiago, Geferson Burgarelli e Thiago Itamar Ted. - Fotografia Danylo Borges - 1720 Filmes

I Cúpula KITUO – Patrimônio, Desenvolvimento e Cooperação

A Primeira Cúpula KITUO foi o momento mais simbólico da I Conferência KITUO e marcou um avanço significativo nas discussões sobre patrimônio, desenvolvimento territorial e cooperação entre instituições. Realizada em Diamantina, a Cúpula reuniu representantes de diferentes áreas ligadas à gestão urbana, preservação, planejamento e políticas públicas, criando um espaço inédito de diálogo federativo.

A escolha do cenário, no coração de uma cidade reconhecida como Patrimônio Mundial, reforçou a importância do encontro e seu compromisso com a proteção das cidades históricas de Minas Gerais. Durante a Cúpula, foi assinada a Carta de Diamantina, documento que estabeleceu diretrizes e compromissos para fortalecer ações integradas entre municípios, órgãos técnicos, entidades profissionais e o governo federal.

Durante a Cúpula, foi assinada a Carta de Diamantina, documento que estabeleceu diretrizes e compromissos para fortalecer ações integradas entre municípios, órgãos técnicos, entidades profissionais e o governo federal.

A carta reafirmou a necessidade de novas metodologias de gestão, incentivo à sustentabilidade, ampliação da participação social e promoção de soluções inovadoras para os desafios que envolvem o patrimônio edificado e o planejamento urbano em centros históricos.

A presença de representantes de diferentes instituições públicas e da sociedade civil tornou o encontro ainda mais relevante. 

Essa diversidade reforçou o caráter colaborativo da Cúpula e demonstrou a vontade coletiva de transformar o patrimônio em instrumento de identidade, inclusão e desenvolvimento econômico sustentável.

O encontro deixou como legado um compromisso comum entre os participantes: fortalecer redes de cooperação, promover boas práticas e garantir que o patrimônio seja reconhecido não apenas como herança do passado, mas como base para um futuro mais equilibrado, justo e inovador.


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